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4 de dezembro de 2017

'Como posso comer se estou morto?' - as pessoas que vivem com a síndrome do 'cadáver ambulante'

Foi um período de absoluta escuridão. Eu acreditava que tinha morrido". Recuperando-se de um sério acidente de moto, Warren McKinlay começou a pensar que não existia mais, que estava morto.
Então, o soldado britânico parou de comer porque achava que não precisava mais.
"Terapeutas podiam até tentar falar comigo, mas eu dizia: por que tentar melhorar se eu estou morto?", conta ele.
Warren, de 36 anos, vivenciou a síndrome de Cotard, também conhecida como síndrome do cadáver ambulante - um problema psiquiátrico que afetou menos de 100 pessoas no mundo desde que foi descrita pelo neurologista francês Jules Cotard, em 1880.
Quem apresenta a síndrome acredita que está morto, ou apodrecido e que seus órgãos desapareceram ou necrosaram.

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