Federação e clubes 'peitam' o Governo e tentam mandar jogos em outros estados.



Entidade e CBF podem até ir à Justiça. O Governo de São Paulo proibiu jogos em caráter emergencial até o dia 30 deste mês, no enfrentamento ao aumento de casos da Covid-19.

O Paulistão não vai parar. Ao menos é esta a posição da Federação Paulista de Futebol (FPF) em decisão conjunta com os sindicatos de atletas, técnicos e árbitros, e dos 16 clubes que participam do evento, entre eles Mirassol e Grêmio Novorizontino, da nossa região. O principal estadual do Brasil terá sequência mesmo que em outros estados e a Federação já busca auxilio da CBF para mandar os jogos da 5ª, 6ª e 7ª rodadas em outros estados. O Governo de São Paulo proibiu jogos em caráter emergencial até o dia 30 deste mês, no enfrentamento ao aumento de casos da Covid-19.

Tigre e Leão seguem suas rotinas de treino. O Mirassol realizou seu último trabalho no seu CT, na manhã desta terça, e viajou para São Paulo, onde treina pela manhã desta quarta e parte para Cariacica, no Espírito Santo, onde enfrenta o Red Bull Bragantino, pela Copa do Brasil. No domingo, às 16 horas, enfrentaria o Corinthians, em Mirassol.

O Tigre de Novo Horizonte também se reapresentou nesta terça, após a vitória sobre o São Paulo, e já se prepara para o duelo com o São Caetano, inicialmente marcado para o domingo, às 18h15. "Olha é um momento difícil que não apenas o Estado está passando, mas o Brasil inteiro. Acredito que os protocolos que estão sendo tomados têm deixado o futebol mais seguro por conta das testagens semanais, mas a decisão fica por conta da Federação e dos órgãos responsáveis", disse o zagueiro Bruno Aguiar, do Tigre.

A FPF defende que o protocolo seguido pelos clubes dá segurança para sequência do Paulistão. Para diminuir a quantidade de jogos, às Séries A-2 e A-3 serão suspensas nesse período e retomadas em 31 de março. "A partir da falta de argumentos científicos e médicos que sustentem a paralisação das referidas rodadas neste momento, os clubes delegaram à FPF também a possibilidade de judicialização do caso para garantir a continuidade da competição no Estado de São Paulo neste período de Fase Emergencial", diz nota publicada pela FPF.

Fonte: Diário da Região

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