16 de junho de 2021

Campanha nacional abre 230 pontos de coleta de DNA para buscas por desaparecidos.


Ação do Ministério da Justiça e da PF ocorre em todo país até dia 18 de junho. Familiares podem doar material genético ou entregar item de uso da pessoa desaparecida; serviço é gratuito.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública e a Polícia Federal disponibilizam, a partir desta segunda-feira (14), 230 pontos de coleta de DNA, em todo país, para familiares de pessoas desaparecidas. O material coletado será cruzado com o banco de dados de restos mortais de pessoas não identificadas.


O serviço é voluntário, gratuito e em alguns estados é necessário agendamento. O prazo é até dia 18 de junho e não há limite de vagas. Em caso de localização da pessoa viva, a família será informada. Já, se o óbito for constatado, o Instituo Médico Legal (IML) entrará em contato "para os procedimentos legais".

De acordo com o ministério, a coleta de DNA é uma ferramenta importante para a identificação de pessoas. "Ainda que o DNA seja mais lembrado por sua utilização em testes de paternidade ou na solução de crimes, esse recurso é um instrumento moderno e efetivo, capaz de dar uma resposta para esse drama tão terrível vivido por tantas famílias".