A Polícia Militar Ambiental iniciou, neste mês de janeiro, a Operação Impacto Piracema para reforçar o policiamento ambiental, hídrico e rural durante o período de reprodução dos peixes na Bacia do Rio Paraná. A piracema ocorre entre 1º de novembro e 28 de fevereiro, fase em que a pesca é restrita por lei.
A ação é coordenada pelo 4º Batalhão de Polícia Militar Ambiental e abrange regiões do Noroeste e Nordeste do Estado de São Paulo. O foco é coibir a pesca predatória, reprimir crimes ambientais e ampliar a segurança em áreas rurais e fluviais.
Integração entre forças policiais
A operação conta com atuação integrada de diferentes unidades da Polícia Militar, incluindo o Comando de Aviação, a Polícia Rodoviária Estadual e batalhões vinculados aos CPI-3 e CPI-5. Há também cooperação com a Polícia Militar Ambiental de Minas Gerais nas áreas de divisa entre os estados.
Rios e áreas rurais sob vigilância
O policiamento náutico foi ampliado nos rios Tietê, Grande, Paraná e Pardo, além de reservatórios e lagos da região. O patrulhamento rural também foi reforçado em estradas vicinais e propriedades próximas aos cursos d’água, pontos considerados sensíveis durante a piracema.
Atuação especializada do GEPAAR
A operação mobiliza o GEPAAR, Grupo Especial de Policiamento Ambiental em Áreas de Risco, unidade especializada em pronta resposta, com atuação terrestre e náutica. O grupo atua em áreas rurais e fluviais consideradas estratégicas para a prática de crimes ambientais.
Além da proteção da fauna aquática, as ações buscam coibir furtos e roubos de insumos, equipamentos e maquinários agrícolas, ampliando a segurança de produtores rurais e contribuindo para a preservação do agronegócio sustentável.
Serviço
Período da piracema: 1º de novembro a 28 de fevereiro
Área de atuação: Bacia do Rio Paraná
Fiscalização: pesca, transporte e comercialização de pescado
Fonte: Diário de Olímpia
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