Fundada em 1546 por Brás Cubas, sendo uma das cidades mais antigas das Américas, Santos se tornou um centro do ciclo do café no século XIX. Em 1922, foi inaugurada a Bolsa Oficial do Café, onde eram negociadas riquezas do mercado cafeeiro para o país e que resultou no atual Museu do Café no Centro Histórico, que promove exposições sobre a trajetória do produto pelo Brasil e pela cidade e que é decorado com obras do artista Benedito Calixto. Atualmente, Santos possui uma economia pujante, principalmente por conta de seu complexo portuário. Em 2016, a cidade era a 33ª mais rica do país, com produto interno bruto de 21 954 556,74 de reais.
Cidade mais populosa do litoral paulista, a estimativa de população em 2020 era de 433 656 habitantes. A Região Metropolitana da Baixada Santista, com 1,8 milhão de habitantes, é parte — junto com a Grande São Paulo e a Região Metropolitana de Campinas — do Complexo Metropolitano Expandido, uma megalópole que ultrapassa os 30 milhões de habitantes (cerca 75% da população paulista) e que é a primeira aglomeração urbana do tipo no hemisfério sul da Terra.
O principal cartão-postal do município são os 7 km de praia. O Guinness World Records situa os jardins da orla de Santos como formadores do maior jardim frontal de praia em extensão do mundo. A preservação e o cuidado com a flora do ambiente praiano santista, permeado de palmeiras e amendoeiras, são resultados de um trabalho em conjunto dos departamentos de meio ambiente da região, muitas vezes ligados a universidades ou a instituições científicas. Em 2010, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento das Nações Unidas posicionou a cidade em sexto lugar na lista dos municípios brasileiros por índice de desenvolvimento humano e em terceiro lugar na lista dos municípios de São Paulo por índice de desenvolvimento humano, sendo um dos municípios menos violentos do país.[ Entretanto, Santos enfrentava (dados de 2011/12) alto custo de vida e constante especulação imobiliária. Além disso, abriga a maior favela de palafitas do país, o Dique da Vila Gilda, onde vivem, em dados de 2012, mais de 10 mil pessoas.
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